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Django Livre (2012)
Django Livre (2012)
Foto Divulgação
Preparei uma sequência de postagens para criar um TOP 10 Filmes aqui Nos Bastidores, onde estarei postando os 10 filmes mais intrigantes, surpreendentes e interessantes, aqueles com conteúdo válido e que realmente merecem destaque entre os demais.
Pra começar escolhi um dos filmes mais assistidos, aclamados e também criticados de 2012, Django Livre. Ele está entre os filmes mais sangrentos de Quentin Tarantino, e não poderia deixar de ser, afinal essa é uma característica clássica dos filmes do diretor, produtor e roteirista, que não deixa a desejar nas suas produções. O fato do sangue literalmente rolar nesse filme acabou rendendo umas poucas críticas negativas de espectadores mais sensíveis. Porém recebeu inúmeras críticas positivas e foi nomeado para cinco prêmios no Oscar 2013. O filme trata com realismo a crueldade da época, sem mascarar nada. É um filme complexo em seu contexto, e profundamente interessante.
Pra começar escolhi um dos filmes mais assistidos, aclamados e também criticados de 2012, Django Livre. Ele está entre os filmes mais sangrentos de Quentin Tarantino, e não poderia deixar de ser, afinal essa é uma característica clássica dos filmes do diretor, produtor e roteirista, que não deixa a desejar nas suas produções. O fato do sangue literalmente rolar nesse filme acabou rendendo umas poucas críticas negativas de espectadores mais sensíveis. Porém recebeu inúmeras críticas positivas e foi nomeado para cinco prêmios no Oscar 2013. O filme trata com realismo a crueldade da época, sem mascarar nada. É um filme complexo em seu contexto, e profundamente interessante.
Sinopse do Filme
Abordando um tema que até hoje gera revolta e polêmica entre todos, é um filme longo, onde várias tramas se misturam, trata se da história de Django (Jamie Foxx) que é um escravo cujo passado brutal com seus antigos proprietários o leva ao encontro do caçador de recompensas alemão Dr. King Schultz (Christoph Waltz). Schultz está em busca dos irmãos assassinos Brittle, e somente Django pode levá-lo a eles. O pouco ortodoxo Schultz compra Django com a promessa de libertá-lo quando tiver capturado os irmãos Brittle, vivos ou mortos. Ao realizar seu plano, Schultz libera Django, mas os dois decidem continuar juntos, os personagens desenvolvem uma amizade incrivelmente sólida e verdadeira. Desta vez, Schultz busca os criminosos mais perigosos do sul dos Estados Unidos com a ajuda de Django. Dotado de um notável talento de caçador, Django tem como objetivo principal encontrar e resgatar Broomhilda (Kerry Washington), sua esposa, que ele não vê desde que ela foi adquirida por outros proprietários, há muitos anos.
A busca de Django e Schultz leva-os a Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), o dono de "Candyland", uma plantação famosa pelo treinador Ace Woody, que treina os escravos locais para a luta. Ao explorarem o local com identidades falsas, Django e Schultz chamam a atenção de Stephen (Samuel L. Jackson), o escravo de confiança de Candie. Os movimentos dos dois começam a ser traçados, e logo uma perigosa organização fecha o cerco em torno de ambos. Para Django e Schultz conseguirem escapar com Broomhilda, eles terão que escolher entre independência e solidariedade, sacrifício e sobrevivência.
Curiosidade
Numa das cenas Leonardo DiCaprio corta a mão sem querer durante um momento de exaltação de seu personagem, pode ser percebido o sangue escorrendo pela mão, porém o ator não para e resolve dar sequência a gravação tornando sua interpretação ainda mais visceral, e dando mais veracidade a cena quando improvisa passando a mão sobre o rosto da atriz Kerry Washington, que interpreta a escrava Bromhilda, tornando esse momento ainda mais marcante.
Segue abaixo vídeo com a cena descrita:
Vale destacar também as atuações inspiradas de Christoph Waltz, além do fazendeiro arrogante vivido por DiCaprio e do escravo racista e invejoso interpretado por Samuel L. Jackson. Sem falar na interpretação de Jamie Foxx, que faz o papel de Django.
Cena do Filme Django livre
Fontes: Cinema UOL
Postado por Janaina Cevey


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